"Quero dizer uma coisa a você. Mesmo se alguém lhe disse: fuja, desista! Deve responder-lhe; jamais! Viva jovial e corretamente cada dia, sempre. " (Daisaku Ikeda)

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

A morte para o Budismo.


Nascemos porque temos uma missão.


Todos têm uma missão. É por essa razão que nascemos. É por isso que, independentemente do que aconteça, devemos prosseguir na vida superando tudo. A palavra japonesa que designa missão significa “uso da própria vida”. Para qual objetivo usamos nossa vida? Qual o objetivo de termos nascido neste mundo, enviados pelo universo?

Por que fomos enviados para cá?

O budismo considera o universo como uma gigantesca entidade. Se o compararmos ao vasto oceano, cada vida é como uma onda nesse oceano. A vida é quando as ondas se levantam na superfície do oceano, e quando ela volta é a morte. A vida e a morte são unas com o universo. No nascimento de uma única vida, há a aprovação e cooperação do universo inteiro.

Todas as vidas são igualmente preciosas. Não podemos aplicar uma hierarquia ao valor da vida, tornando uma mais valiosa que outra. Cada vida é única. A vida de cada pessoa é tão valiosa quanto o universo, é una com a vida do universo e tem a mesma importância. Nitiren Daishonin declara: “A vida é o maior de todos os tesouros.” (The Writings of Nichiren Daishonin, pág. 1125.) E diz ainda: “O Buda diz que a vida é algo que não pode ser comprado nem pelo preço de todo um sistema maior de mundos.” (Ibidem, pág. 983.) E “Um dia de vida é mais valioso que todos os tesouros do sistema maior de mundos.” (Ibidem, pág. 955.)

É por essa razão que não devemos tirar nossa própria vida. É por isso que não devemos recorrer à violência, que não devemos ferir nem agredir os outros. Ninguém tem o direito de prejudicar o precioso tesouro que é a vida.

Yumitani: Um estudante escreveu que quando foi vítima de agressões questionava por que havia nascido neste mundo doloroso, e por quê, acima de tudo, havia nascido.

Pres. Ikeda: “Por que nascemos?” — a juventude é a época de buscar a resposta dessa questão. A juventude é nosso “segundo nascimento”. O primeiro nascimento é o físico, mas é durante a juventude que realmente nascemos como pessoa. Por isso é um período tão difícil na vida e temos de sofrer tanto. É uma luta, tal como a do passarinho tentando romper a casca do ovo.

A questão crucial é jamais desistir. Enquanto lutam para encontrar seu caminho, por favor, orem, reflitam, estudem, conversem com seus amigos e dêem o máximo para o que é mais importante agora. Se desafiarem a si próprios sem se darem por vencidos, sua missão — aquela que somente vocês podem cumprir — será revelada sem falha.

Ueda: Sim. Se o passarinho desistir no meio do caminho, nunca conseguirá sair do ovo.


Os verdadeiros vitoriosos são os que perseveram até o fim

Pres. Ikeda: Espero que não se deixem derrotar por seus problemas e batalhas. As pessoas derrotadas pelos problemas não passam por um renovado crescimento ou “renascimento” como seres humanos e acabam vivendo apenas por instinto, como animais. E isso é uma morte espiritual.

Todos vocês conhecem Mikhail Gorbachev, ex-presidente da União Soviética e também meu amigo. Gorbachev é o responsável pelo fim da Guerra Fria. Ele é um verdadeiro herói que teve o bom senso de dizer: “Essa tolice não pode continuar!” Querendo encontrar uma forma de levar a felicidade a toda a humanidade, ele deu um passo decisivo para a mudança.

Como o líder supremo da União Soviética, ele era praticamente o todo-poderoso de sua terra natal. Ele poderia muito bem ter permanecido confortavelmente na fortaleza do poder. Mas escolheu um caminho diferente — um caminho perigoso e arriscado. Ele sofreu atentados, foi traído e perseguido. Mas, em meio a tudo isso, recusou-se a abandonar seu sonho de uma sociedade em que as pessoas estivessem em primeiro lugar.

Quando Gorbachev e sua falecida esposa Raisa visitaram o Colégio Soka de Kansai [em 20 de novembro de 1997], ela proferiu um discurso aos alunos. “Vocês passarão por todo tipo de sofrimento na vida”, disse Raisa. “Nem todos eles serão curados. Vocês tampouco conseguirão realizar todos os seus sonhos. Mas há algo que vocês podem alcançar. Há um sonho que podem tornar realidade.

“Portanto, a pessoa que triunfa no final é aquela que se levanta após cada queda e avança. A capacidade de continuar a lutar é uma questão de determinação. A morte não vem para a pessoa que está cansada, mas sim para aquela que parou de avançar.

“Vocês podem pensar que hoje ainda são jovens mas, antes que percebam, já terão alcançado a maturidade. Assim é a vida. Logo terão de assumir a responsabilidade por sua família, pela nação e por todo o planeta.

“Que seus sonhos se tornem realidade! Espero que ocorram coisas maravilhosas em sua vida! Que sejam todos felizes!”

Ueda: Que mensagem encorajadora!



No link abaixo, segue a continuação dessa matéria.

domingo, 11 de julho de 2010

Nosso bloco agora é MONARCA!
Vamos todos comemorar essa grande vitória.
Fazendo Daimoku diariamente e evidenciando o estado de buda que há em nós.
Grande abraço.

Budista acredita em Deus?

Geralmente, tudo que é diferente ao que as pessoas estão acostumadas é, a princípio, rejeitado ou visto com negatividade. O presidente Makiguti dizia: “Não julgue o desconhecido.” É isso o que acontece com o budismo. Devido o Brasil ter sua cultura arraigada na tradição cristã, o budismo, desconhecido pela maioria, é visto com reservas e muitas pessoas pensam que, por não falar em Deus, conforme a concepção que têm, não é uma religião correta, muito menos deve ser seguida.

Outro fator que ajuda a complicar é que, por existir muitas ramificações do budismo, os não-budistas acreditam que todos os tipos de budismo são iguais. Normalmente, os meios de comunicação fazem essa confusão, como aconteceu recentemente com uma revista de circulação nacional. (continua...)

Algumas vezes, quando iniciamos um Chakubuku, de início somos questionados da seguinte forma: “Vocês acreditam em Deus?” Muitos de nós já viveram essa experiência, e por mais que tentemos explicar, a maioria das pessoas diz: “Mas eu não quero deixar o meu Deus!” Por isso, hoje, abordaremos esse ponto.

Inicialmente, é bom esclarecermos que Buda não é Deus. A palavra “buda” significa “o iluminado”. Ou seja, um Buda é aquele que se iluminou para a verdade da vida. “Ismo”, de budismo, é um sufixo que significa “doutrina, escola, teoria ou princípio artístico, filosófico, político ou religioso.” Cristianismo refere-se aos ensinos de Cristo e budismo, aos ensinos de Buda.

Segundo Bryan Wilson, uma das maiores autoridades em religião do Ocidente, o sentimento religioso surge para explicar o inexplicável — os fenômenos da natureza, que para as pessoas não têm uma explicação racional.

Assim, para o cristão, o “inexplicável”, ou os fenômenos do universo, é atribuído a Deus, que vive no céu e dita as regras da Terra. Ele criou todo o universo, o homem, o sol, a lua, as estrelas, as plantas, os animais etc. e possui imensa benevolência e compaixão pela humanidade. No entanto, as pessoas colocam Deus em dois extremos: por um lado Ele possui um amor incondicional para com as pessoas, por outro é um severo punidor e o sofrimento das pessoas é desígnio de Deus. Tanto é que todos conhecem as famosas frases: “Deus quis assim!”; “Esse é o destino que Deus me deu!” entre outros.

Nos ensinamentos budistas, os fenômenos são atribuídos a uma Lei que rege o universo. Essa Lei é denominada Nam-myoho-rengue-kyo.

Vamos abrir um parênteses aqui para explicar que Gohonzon também não é Deus. O Gohonzon é nosso objeto de devoção, diante do qual conseguimos concentrar nosso pensamento nessa Lei universal e fazer com que ela se manifeste profundamente em nossa vida.

Muitas vezes, por termos sido criados numa sociedade cristã em que aprendemos a atribuir tudo a Deus, acabamos nos expressando da seguinte forma: “Se o Gohonzon quiser!”, “Graças ao Gohonzon!”, “Vá com o Gohonzon!” e “Jogue nas mãos do Gohonzon”. Para nós, budistas, o ser humano possui um grande potencial por si só, pois ele faz parte do universo. Todas as suas conquistas estão arraigadas em sua determinação, esforço e sabedoria associados à fé na Lei Mística. Não existe alguém determinando sua condição de vida de felicidade ou sofrimento.

Segundo os ensinamentos budistas, tudo na vida é regido pela lei de causa e efeito existente no universo. Os sofrimentos e a felicidade existem na vida de cada pessoa e se manifestarão de acordo com a força positiva ou negativa que cada um carrega. Se a força negativa for mais poderosa — força essa criada pelas causas negativas acumuladas — a pessoa sofre. Do contrário, se a positiva for mais forte — gerada pelas causas positivas feitas pela própria pessoa —, ela é feliz. A Lei que rege o universo não é punitiva. Ela é justa, rigorosa e benevolente, pois cada pessoa colhe o que plantou.

O importante em cada religião é o respeito mútuo. Desconsiderar a existência de Deus para um cristão por sermos budistas é desrespeitar a pessoa e sua fé.

Na Nova Revolução Humana, o presidente Ikeda escreveu: “Para criar uma era de paz é necessário e imprescindível o diálogo entre os religiosos... É preciso iniciar o diálogo entre budistas e cristãos, budistas e judeus, budistas e islamitas. Mesmo que as convicções religiosas sejam diferentes, creio que todos acalentam o ideal comum de paz e felicidade da humanidade... Eu penso que as religiões, em vez de guerrearem entre si, deveriam disputar a corrida para o bem... uma disputa entre as religiões no contexto do que estão fazendo para o bem da paz, para o bem da humanidade. É uma corrida humanitária... que conduz tanto a si como os outros para a felicidade. Isto pode ser disputado de várias formas. Por exemplo, na criação de excelentes valores humanos que contribuam para a paz do mundo ou na promoção de movimentos que proporcionem coragem e esperança para as pessoas.” (Vol. 5, págs. 87–88.)

Com base nesses pontos, vamos estudar o budismo para que possamos defender nossa fé convictamente, sem, no entanto, desrespeitar a fé dos outros.

domingo, 13 de junho de 2010

Budismo é vitória


A vida é cheia de batalhas. Os indivíduos, as famílias e até mesmo as empresas enfrentam várias dessas batalhas. A tarefa de criar e cuidar dos filhos também é uma luta enorme. E nossos esforços para manter a boa saúde e desfrutar longevidade implica por sua vez uma batalha incessante.

O Sol brilha, as nuvens se formam, sopra o vento e os rios correm. Todas essas atividades fazem parte das dinâmicas operações do mundo natural, que está ligado ao Universo inteiro. Em outras palavras, todos os fenômenos surgem de uma dinâmica batalha.

Foi por isso que Daishonin declarou que o budismo é uma batalha para ser vitorioso. Devemos vencer para conquistarmos a felicidade, revelarmos nosso estado de Buda, obtermos a iluminação nesta existência e concretizarmos o Kossen-rufu.
Quando Shijo Kingo recebeu essa carta de Daishonin, estava prestes a conseguir um grande avanço após um longo período de amargas batalhas. Ele havia inicialmente perdido os favores de seu lorde Ema por causa de sua fé nos ensinamentos de Daishonin. Os outros empregados que trabalhavam com ele também o caluniaram para o lorde, e ele consequentemente chegou a ponto de ter sua propriedade confiscada. Por trás desses acontecimentos, estava a intriga maldosa de Ryokan, do templo Gokuraku [sacerdote da escola Preceitos-Verdadeira Palavra] e outros que sentiam hostilidade por Daishonin. Apesar de todas essas dificuldades, Shijo Kingo não desistiu. Continuou a buscar orientação com Daishonin e a manter firmemente a fé. Ele posteriormente reconquistou a confiança do lorde e chegou até mesmo a receber uma propriedade maior.

Por que Shijo Kingo conseguiu conquistar o triunfo? No início desta carta, Daishonin observa que seu discípulo havia sido atacado pelos poderosos inimigos, mas que ele havia conseguido sobreviver devido “a sua prudência e coragem costumeiras e também à firme fé no Sutra de Lótus” (WND-1, pág. 1.000). Em outras palavras, os ingredientes essenciais para a vitória são a vigilância constante, a coragem e a forte fé — naturalmente a forte fé é o mais importante de todos.

Com a prática da recitação do Daimoku, conseguimos remover a covardia, a negligência e a arrogância de nosso coração. Conseguimos avançar com uma coragem invencível — o tipo de coragem que se recusa a ser derrotada por algum obstáculo — ou que arde com fervor ainda mais forte quanto maiores forem as dificuldades que enfrentarmos.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Poema aos jovens.

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Feito em homenagem aos jovens, pelo presidente da SGI, Daisaku Ikeda.



terça-feira, 8 de junho de 2010

Filosofia Budista.

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Estamos postando este vídeo dos estúdios Disney, com uma mensagem muito bonita de conteúdo e sobretudo dotada da essência da filosofia budista. Esperamos que todos gostem.

"Sua mente, agora desnorteada pela escuridão inata da vida, é como um espelho embaçado, mas se o polir, é certo que transforma-se-á claro como cristal de iluminação das verdades imutáveis. Manifeste-se fortemente na prática da fé, polindo seu espelho incessantemente. E como poli-lo? Sómente recitando Nam-myoho-rengue-kyo."
("Sobre atingir o Estado de Buda" - Nitiren Daishonin, 1255)

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segunda-feira, 7 de junho de 2010

A prática dos ensinos do Buda


Quando todas as pessoas estiverem recitando simultaneamente o Nam-myoho-rengue-kyo, o vento não vergará a ramagem ou os galhos e nem cairá torrencialmente a chuva para cavar a terra. O mundo tornar-se-á calmo e sereno como foi nas eras de Fu Hsi e Shen Nung na antiga China. Não somente as pessoas serão libertadas do infortúnio e dos desastres por toda a vida, como também aprenderão a arte de viver longa e plenamente. Observe o tempo em que a eternidade da Lei e do homem será provada. Não pode haver a mínima dúvida a respeito da solene promessa no sutra para uma vida pacífica neste mundo.

Em maio de 1273, quando estava exilado na Ilha de Sado, Nitiren Daishonin escreveu "A prática dos ensinos do Buda" com a finalidade de esclarecer aos seus seguidores que a recitação do Nam-myoho-rengue-kyo e a concretização do Chakubuku (ato de converter as pessoas ao budismo) são práticas apropriadas para os Últimos Dias da Lei (a era atual), e que estão de acordo com os ensinamentos do Buda Sakyamuni.

Nitiren Daishonin foi perseguido pelas autoridades governamentais, instigadas principalmente pelos sacerdotes de outras seitas que se sentiram ameaçados pelas verdades reveladas por ele na "Tese sobre o estabelecimento do ensino correto para a paz da nação". As perseguições culminaram com a fracassada tentativa de decapitá-lo em Tatsunokuti e depois com o exílio para a Ilha de Sado, de onde provavelmente não escaparia da morte. Essa situação provocou um grande temor aos seguidores de Daishonin e muitos abandonaram a prática da fé. Além disso, alguns discípulos foram aprisionados, ou então expulsos de Kamakura e outros tiveram suas propriedades confiscadas pelo governo.

Nitiren Daishonin estava plenamente ciente das razões dessas ocorrências por constarem nos sutras budistas e as esclareceu nessa escritura.

O título "A prática dos ensinos do Buda" significa, literalmente, praticar o budismo de acordo com os ensinos de Sakyamuni. Porém, esse título deve ser interpretado de duas maneiras. Primeiro do ponto de vista de Nitiren Daishonin, que viveu de acordo com os ensinos de Sakyamuni e cumpriu todas as predições citadas no Sutra de Lótus. Em segundo, do ponto de vista dos praticantes dos Últimos Dias da Lei, isto é, o budismo deve ser praticado de acordo com os ensinos de Nitiren Daishonin.

Dessas duas interpretações, conclui-se que, para Daishonin, o "ensino" foi o Sutra de Lótus exposto por Sakyamuni, enquanto para as pessoas desta era, é o Nam-myoho-rengue-kyo dos Três Grandes Ensinos Fundamentais revelados por Daishonin.

Todas as pessoas desejam felicidade, paz e harmonia na vida. O budismo assegura essas condições desde que seja praticado de acordo com os seus ensinos. Nessa prática, é preciso enfrentar e vencer os três obstáculos e as quatro maldades como também as ações dos três poderosos inimigos. Embora sejam situações que envolvam a vida de forma negativa, são elas que transformam fundamentalmente a vida desde que sejam superadas de acordo com os ensinos do Buda, isto é, recitando Daimoku e realizando o Chakubuku.

Dessa forma, as pessoas podem se libertar do "infortúnio e dos desastres por toda a vida" e aprender "a arte de viver longa e plenamente". Em outras palavras, são capazes de viver com base no poder do estado de Buda, uma condição de vida inabalável. Além disso, "viver longa e plenamente" não significa "não envelhecer" ou "não morrer", mas manter o vigor com a prática budista, independentemente de sua idade.

Embora possam alcançar individualmente essa condição de vida, as pessoas sentem-se impotentes diante dos problemas da sociedade e do mundo, abalado por guerras, fome e calamidades.

Quando ocorreu o ataque terrorista de 11 de setembro nos Estados Unidos, o presidente Ikeda escreveu o seguinte ensaio intitulado "Todos são habitantes da Terra":

"O homem, quando nasce, não vem ao mundo como americano ou turco, nem como árabe ou judeu. A nacionalidade é como um pequeno rótulo. Quando nasce, o homem é, antes de mais nada, uma vida, um ser humano.

"A mãe, ao conceber um filho, não pensa em gerar um árabe ou um japonês. Ela deseja tão somente ter um filho forte e saudável.

"Embora sejam chamados por nomes diferentes em países diferentes, arroz é arroz, trigo é trigo, e pessoa é pessoa.

"As nuvens que pairam alto sobre o Estreito de Bósforo sussurram entre elas observando os homens lá embaixo: 'Abram os olhos. Daqui de cima o mundo é um só. Todos são habitantes da Terra. Não há americanos nem israelenses. O que existe de fato é a 'vida' de um menino chamado Bob que mora nos Estados Unidos, e também a do rapaz Mohamed que nasceu no Iraque. Todos são filhos da mesma Terra. É muito triste ver que eles são separados por seus países, em cujo solo é plantado o ódio recíproco. Percebam, percebam essa tolice, essa arrogância, essa crueldade de deixar o ódio como herança da próxima geração.'

"O que é preciso agora é cultivar a 'consciência de habitantes da Terra'. Ela não está num lugar distante nem na tela do computador. Está dentro do coração do ser humano que padece por seu semelhante: O meu coração se aflige enquanto você, não importa quem seja, estiver sofrendo."

O budismo expõe que essas circunstâncias são produzidas pelo homem por não ter uma correta filosofia e visão humanística da vida, e que sua transformação depende da conscientização dele próprio. Essa transformação é obtida com a prática do Chakubuku, que cura a cegueira humana para a verdade da vida exposta no budismo, ou seja, a existência da natureza de Buda em todas as pessoas.

FONTE: www.estadodebuda.com.br


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